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Análises e expectativas sobre o cenário futuro em Minas e no Brasil

15 de janeiro de 2013

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O cenário econômico mundial não apresenta um tom otimista. Recente relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) revela que os Estados Unidos, Europa e Japão vão continuar apresentando baixos índices de crescimento e os países emergentes liderados pela China e Índia também vão reduzir suas taxas de expansão econômica, embora, ainda assim, se apresentem muito superiores às das nações industrializadas.

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A conjuntura brasileira mostra uma situação diferenciada em razão das necessidades internas. O País precisa de investimentos maciços em sua infraestrutura, como rodovias, ferrovias, portos, aeroportos, saneamento, habitação. Isso tudo é altamente impactante no Produto Interno Bruto (PIB).

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Os reflexos positivos desses investimentos poderão ser percebidos em Estados cuja economia esteja atrelada à atividade minero-metalúrgica. À medida que o País fizer os aportes necessários, as indústrias de Minas Gerais, por exemplo, serão fornecedoras para todo o território brasileiro. Dessa maneira, a economia mineira registrará superávits permitindo ao Estado um maior investimento para melhoria da qualidade de vida da população.

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Ou seja, o mercado interno tem força para manter o crescimento brasileiro e a atividade mineral pode contribuir bastante neste cenário, pois projetos de mineração geram demandas das indústrias eletroeletrônicas, metal-mecânica, construção, engenharia e serviços.

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Mas para que a mineração responda ao crescimento brasileiro é necessário desatar o nó que é a paralisia total da emissão de outorgas e portarias de lavra. Assim, teremos toda a condição de elevar o nível de produção não só para o mercado interno, atendendo a demanda gerada pela melhoria na infraestrutura, bem como exportar e trazer divisas ao País.

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José Fernando Coura – Diretor-Presidente do Instituto Brasileiro de Mineração (Ibram) e do Sindicato da Indústria Mineral do Estado de Minas Gerais (Sindiextra)

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Leia o material publicado na revista Mercado Comum na íntegra

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Fonte: Mercado Comun

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