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BCE já fala em recuperação econômica ainda em 2013

28 de janeiro de 2013

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Para Mario Draghi, presidente do BCE, melhorias no sistema financeiro ainda não se refletiram na economia

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O Banco Central Europeu (BCE) espera que a economia da Zona do Euro se recupere no segundo semestre, afirmou o presidente da instituição, Mario Draghi, na sexta-feira. Ele explicou que as recentes melhorias verificadas nos mercados financeiros, em função das medidas adotadas pelo BCE, ainda não se refletiram no restante da atividade econômica do bloco.

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“Vemos uma recuperação no segundo semestre do ano”, afirmou Draghi durante o FórumEconômico Mundial, na estância turística de Davos, na Suíça. “Todos os indicadores apontam para melhoria substancial das condições financeiras. É uma situação em que se tem contágio positivo nomercado financeiro e nas variáveis financeiras, mas ainda não vemosisso sendo transmitido efetivamente para a economia real.”

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Ele acrescentou que os objetivos importantes para a Zona do Euro era superar a fragmentação do mercado financeiro.

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“A crise acabou”

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O clima de negócios na Alemanha melhorou pelo terceiro mês consecutivo em janeiro, subindo para seu nível mais alto em mais de seis meses e mostrando que a maior economia da Europa está ganhando velocidade de novo depois de registrar contração no quarto trimestre do ano passado.

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O instituto Ifo informou na sexta-feira que o seu índice de clima de negócios, baseado em uma pesquisa mensal com cerca de 7 mil empresas, subiu para 104,2 em janeiro, após 102,4 em dezembro. O resultado superou a previsão mediana em uma pesquisa da Reuters com 40 economistas que apontava alta do índice para 103,0. Os dados levaram o euro para a maior alta em 11 meses contra o dólar.

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“A crise acabou. Pelo menos na Alemanha”, disse Carsten Brzeski, economista do ING, em Bruxelas. “A contração no quarto trimestre de 2012 parece ter sido de curta duração”.

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A economia alemã encolheu 0,5% no quarto trimestre, de acordo com dados preliminares divulgado no início deste mês, mas com dados positivos, economistas estão apostando em um retorno ao crescimento logo no começo deste ano.

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Riscos do euro forte

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O euro forte pode prejudicar as exportações, na avaliação do primeiro-ministro italiano, Mario Monti, embora ele tenha descartado a possibilidade de uma “guerra cambial” entre os blocos econômicos com moedas mais fortes. “Certamente há tensões cambiais. Mas me parece exagerado falar de uma guerra cambial”, declarou o primeiro-ministro à rádio italiana RAI. “Sobre o euro excessivamente forte prejudicar as exportações dos países europeus, há certamente esse risco de um certo ponto”, acrescentou.

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No entanto, Monti admitiu que a Itália precisava ficar mais competitiva e ressaltou que a experiência da Alemanha antes da criação do euro mostrou ser possível um país ser um grande exportador mesmo com uma moeda forte. 

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Fonte: Brasil Econômico

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