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Como será nossa vida daqui a 75 anos e onde os mine?rios se encaixam nela

29 de junho de 2017

E quanto ao futuro? E onde os minérios se encaixam nesse novo mundo? Confira abaixo quatro previsões com base na tecnologia atual.

Você já parou para refletir sobre todas as inovações tecnológicas atuais que pareciam produtos de filme de Ficção Científica há décadas atrás? A mineração teve um papel fundamental para que isso acontecesse: o computador e o celular, por exemplo, possuem minério de ferro em sua composição.

E quanto ao futuro? Como será o mundo quando nossa empresa estiver comemorando mais 75 anos: em 2092? E onde os minérios se encaixam nesse novo mundo? Confira abaixo quatro previsões com base na tecnologia atual.

Impressoras 3D

Além de possuírem aço e cobre em sua composição, as impressoras 3D já são capazes de imprimir em diversos materiais além do famoso plástico, como alumínio, ferro e aço, produtos do minério. Acredita-se que, nos próximos anos, já seja possível fabricar carros totalmente produzidos por impressoras 3D.

Outra curiosidade é que a demanda de impressoras 3D tem crescido muito desde o lançamento das primeiras versões desses aparelhos. Em 2015, foram mais de 5,6 milhões de impressoras 3D comercializadas, número bem superior aos 130 mil de 2014. Ou seja, é bem provável que, daqui a 75 anos, seja comum ter uma impressora 3D em casa. Quebrou uma peça de um eletrodoméstico? Que tal fazer download de um arquivo referente à peça no site da fabricante e imprimir uma peça novinha para reposição você mesmo?

Carros autônomos

O minério já possui um papel importante na construção de carros atualmente, visto que o aço é predominante na indústria automobilística. Essa relação tende a seguir forte nas próximas décadas, com os carros autônomos, que devem chegar ao mercado nas próximas décadas. Pesquisadores do Instituto Milken afirmam que a grande maioria dos automóveis autônomos não terá nenhum comando realizado por seres humanos já em 2035. Os veículos que se dirigem sozinhos serão mais seguros e poderão eliminar os riscos de acidentes por erro humano, que passam da marca dos 90%. Além disso, os carros autônomos também vão contribuir para evitar congestionamentos e engarrafamentos em cidades grandes. Segundo estimativas atuais dos Estados Unidos, esses modelos podem evitar mais de 30 mil mortes por ano, um número bastante significativo.

Celular implantável

Acredita-se que, em alguns anos, o conceito de estar totalmente conectado pode adquirir um significado bem diferente: o celular passa a ser implantado em nosso corpo. O aparelho (que consistirá basicamente em um chip mais robusto) será capaz de monitorar vários dados do indivíduo, como o nível de glicose no sangue de um diabético, por exemplo.

Outras possíveis aplicações práticas são a de monitorar aspectos relacionados à comportamento, localização e comunicação. É provável que seja possível operar dispositivos externos a partir do pensamento, saber o momento certo de fazer um determinado exame ou evitar que uma criança se perca, ao compartilhar sua localização com os responsáveis.

Robôs para serviços domésticos

Precisa varrer a casa, lavar a louça ou passar roupa? Que tal ligar um robô e deixar que ele faça por você? O pesquisador Ian Pearson, um futurista que tem recorde de 85% de aprovação em suas predições, afirma que, em 2030, já será comum encontrar assistentes tecnológicos em nossa residência.

Se essa previsão parece muito surreal, saiba que o Instituto Humano e de Computação Cognitiva da Flórida, em parceria com a empresa Alphabet (do Google), apresentou em 2016 o robô Atlas (foto ao lado). Ele é capaz de varrer o chão, passar aspirador de pó e jogar garrafas de plástico fora. Ou seja, a tecnologia já existe, só falta ser aperfeiçoada e comercializada. E onde entra o minério nisso tudo? Atlas é construído basicamente de aço e possui em seu sistema cobre, níquel e outros minerais.

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