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DIRETOR DO BANCO MUNDIAL AFIRMA QUE TAXA MINERAL É TENDÊNCIA ENTRE OS PAÍSES

5 de abril de 2012

rnFuturas parcerias entre o governo do Pará e o Banco Mundial, visando a criação de cursos e programas de formação, investimentos no setor mineral e de produção de energia, além da iniciati

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Futuras parcerias entre o governo do Pará e o Banco Mundial, visando a criação de cursos e programas de formação, investimentos no setor mineral e de produção de energia, além da iniciativa da taxa da mineração instituída pelo Executivo, que já entrou em vigor, foram assuntos abordados na reunião entre o governador do Estado em exercício, Helenilson Pontes, e Paulo de Sá, diretor de Petróleo, Gás e Minérios do Banco Mundial, na manhã desta quinta-feira (5), no Centro Integrado de Governo (CIG).

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Paulo de Sá está em Belém, acompanhado de sua equipe, para estudar o potencial econômico do Estado. Sobre a iniciativa do Executivo em taxar a extração do minério, Paulo de Sá afirmou que está é uma tendência mundial. “Há um movimento mundial para aumentar a carga fiscal do sistema mineral, porque a maior parte dos regimes fiscais não estava preparada para captar esses lucros extraordinários que foram gerados pelo grande aumento dos preços das commodities. Este movimento é generalizado em todos os grandes países, para ter uma maior partilha das receitas fiscais entre a Federação e os Estados”, frisou.

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Sobre as possíveis parcerias entre o governo do Estado e o Banco Mundial em projetos e programas de formação, Paulo de Sá afirmou que o Pará é um dos focos de estudo da instituição internacional, devido ao grande potencial mineral.

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“O Pará é uma grande potência mineral, sem dúvida. O desafio é fazer com que a população se beneficie deste desenvolvimento mineral”, afirmou o diretor, destacando ainda que “temos apoio em  quase  50  países  do  mundo,  e  será  um  grande  prazer  também  estabelecer  uma  parceria duradoura com o Estado do Pará”.

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Formação

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Para Helenilson Pontes, o Pará está no caminho certo para futuros investimentos e parcerias com  o  Banco  Mundial.  “Estamos interessados numa  parceria  com  o  Banco  para  desenvolver e reforçar políticas públicas que possam beneficiar a sociedade local. Nesta audiência, fizemos um convite ao Banco para, em parceria com o governo, elaborar um programa de formação para discussão da mineração e energia no Estado”, informou o governador em exercício.

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Também participaram da audiência os secretários Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção,Sidney Rosa; de Estado de Indústria, Comércio e Mineração, Davi Leal; a secretária adjunta de Indústria, Comércio e Mineração, Maria Amélia Enríquez; o reitor da Universidade Federal do Pará, Carlos Maneschy, e Gonzalo Enriquez, assessor da Secretaria Especial de Desenvolvimento Econômico e Incentivo à Produção (Sedip).

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Fonte: Agência Pará de Notícias

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