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Enquanto a retomada não vem, Arcelor arruma a casa

26 de junho de 2012

rnMesmo tendo adiado projetos de expansão da produção de aços longos e planos, a ArcelorMittal Brasil mantém o otimismo. As perspectivas mundiais não são promissoras, mas as unidades brasileiras do gru

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Mesmo tendo adiado projetos de expansão da produção de aços longos e planos, a ArcelorMittal Brasil mantém o otimismo. As perspectivas mundiais não são promissoras, mas as unidades brasileiras do grupo são vistas como plataforma de crescimento. Enquanto a retomada não vem, elas recebem investimentos em reformas, melhorias de processos e desenvolvimento de produtos. “O grupo acredita que o Brasil é um dos poucos lugares do mundo onde há espaço para investir. O país vai continuar crescendo, graças aos efeitos de melhoria de renda da população e à necessidade de implantação de projetos na área de infraestrutura”, afirma Benjamin Baptista, presidente da holding ArcelorMittal Brasil e CEO de aços planos do grupo na América do Sul.

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A unidade de Tubarão, usina integrada de aços planos, no Espírito Santo, está recebendo US$ 250 milhões para reformas do alto-forno, na sinterização e no lingotamento. Assim que essas obras acabarem, será a vez de parar o alto-forno 3 para melhorar equipamentos periféricos.

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Ainda no segmento de aços planos, a empresa espera definir, até o início de 2013, a retomada do investimento, adiado em função da crise, para a construção da terceira linha de galvanização na unidade de Vega, em Santa Catarina, especializada em laminação a frio. “Assim que esse investimento for aprovado, vamos também fazer uma melhoria no laminador de tiras a quente, de Tubarão, para aumentar sua capacidade de produção em 600 mil toneladas. Exatamente o volume que vamos precisar para a terceira linha de galvanização de Vega”, explica Baptista.

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No segmento de aços longos, o principal investimento era a duplicação da capacidade de produção da usina de João Monlevade (MG) dos atuais 1,2 milhões de toneladas para 2,4 milhões de toneladas ao ano. As obras civis estão prontas e os equipamentos foram comprados. Mas a montagem só será feita quando o mercado mundial der sinais de recuperação sustentada.

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“A decisão de adiar o projeto foi uma medida temporária, frente às condições do mercado internacional, e será reavaliada oportunamente”, afirma Augusto Espeschit de Almeida, CEO da ArcelorMittal Aços Longos América do Sul. Ele também está otimista com o cenário brasileiro e vê oportunidades de fortalecimento da empresa. “Estamos investindo no aumento de produtividade em todos os processos. Em 2011, obtivemos ganhos de gestão de US$ 100 milhões.”

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Já na área de mineração a ordem é investir em expansão, para alcançar a meta global de produzir, até 2015, 75% de todo o minério consumido em suas unidades siderúrgicas”, diz Sebastião Costa Filho, CEO da ArcelorMittal Mineração Brasil. O plano de expansão prevê aumento de 65% na produção da matéria-prima nas unidades de Minas Gerais (Mina do Andrade e Serra Azul), para atingir 7,1 milhões de toneladas ao ano de minério em 2013.

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Na Mina do Andrade o investimento de US$ 75 milhões preparou a unidade para produzir 3,5 milhões de toneladas de “sinter feed” por ano. O projeto em Serra Azul, orçado em US$ 50 milhões, tem como objetivo retomar a mineração de material bruto, com a produção de 3,5 milhões de toneladas por ano.

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O grupo está também planejando investimentos em logística. O principal deles é a participação em um porto público, a ser construído em Itajaí (RJ).

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Fonte: Valor Econômico

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