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Hidrovias tentam atrair a atenção do setor privado

29 de maio de 2012

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Aumentar os investimentos, inclusive com maior participação do setor privado, e melhorar as formas de gestão administrativa e de logística são exigências inadiáveis para colocar as hidrovias em condições ideais de operação, avaliam empresários e dirigentes governamentais que participaram do painel sobre Transporte Marítimo e Fluvial, durante o 7º Encontro de Logística e Transportes, realizado na Fiesp, em São Paulo.

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O governo federal já faz investimentos significativos para que as hidrovias elevem sua participação na matriz de transporte do país, contribuindo com a expansão do comércio exterior, indica Adão Magnus Marcondes Proença, diretor de infraestrutura aquaviária do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

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“O Dnit tem 148 ações em curso no setor de hidrovias, visando melhorar a navegação e a construção de novos terminais, com recursos beirando os R$ 2 bilhões. Só na bacia do Paraná-Tietê, os investimentos programados estão em torno de R$ 1 bilhão, dinheiro dos governos federal e estadual. É um começo bastante promissor, mexe com a infraestrutura de transporte do Brasil”, diz ele.

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Mas é preciso fazer mais, sustenta Tiago Pereira Lima, diretor da Agência Nacional de Transporte Aquaviário (Antaq). “O transporte hidroviário pode ser uma boa oportunidade de negócios para o setor privado. É preciso atrair o empresariado para empreendimentos estratégicos no setor hidroviário”, afirma. Um dos grandes desafios do setor, analisa Lima, está na construção de eclusas para melhor o aproveitamento dos rios para navegação.

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O Ministério dos Transportes, observa o diretor da Antaq, identificou a necessidade de 46 eclusas para serem construídas nos rios brasileiros. E estabeleceu como prioridade a construção de 27 delas. O custo total desse empreendimento está estimado em R$ 11,6 bilhões, uma média de R$ 500 milhões por eclusa.

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“Nosso maior esforço agora é conquistar a adesão do setor privado para construir pelo menos dez das 27 eclusas projetadas. Isso é plenamente factível. O BNDES, que já financia a iniciativa privada em obras de construção de hidrelétricas, tem recursos para financiar o empresariado interessado em participar da construção das eclusas”, destaca.

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O crescimento do transporte hidroviário não é um mito, dizem os agentes governamentais. Em 2011, ele foi responsável pelo envio de quase 80 milhões de toneladas. Um crescimento de 7,3% comparado em 2010, que chegou a 74,4 milhões de toneladas. O minério de ferro é a principal mercadoria transportada na navegação interior, com 5,3 milhões de toneladas, 38% a mais que em 2010.

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Na visão dos armadores e do empresariado, é preciso muita luta ainda para que o modal hidroviário alcance a participação de 30% (atualmente é de 13%) na matriz brasileira de transportes. “É necessário um cronograma físico forte para execução dos projetos do PAC e uma revisão tributária no setor”, sugere Luís Lopes Siqueira, da Federação Nacional das Empresas de Navegação Marítima, Fluvial, Lacustre e de Tráfego Portuário (Fenavega).

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Fonte: Valor Econômico

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