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Magellan compra equipamentos da Troy no Pará

28 de agosto de 2015

A Magellan Minerals disse no dia 26 que chegou a um acordo para a compra de planta de processamento de minério de ouro da Troy Resources, incluindo equipamentos associados e frota de mineração, da mina subterrânea Andorinha

A Magellan Minerals disse no dia 26 que chegou a um acordo para a compra de planta de processamento de minério de ouro da Troy Resources, incluindo equipamentos associados e frota de mineração, da mina subterrânea Andorinhas localizada em Rio Maria (PA).

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A mineradora canadense vai pagar à Troy o valor total de US$ 4,5 milhões pelos ativos de Andorinhas. No fim de julho, a Troy anunciou que vai encerrar as atividades em Andorinhas devido à exaustão da mina.

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A unidade de processamento, que vai ser descomissionada no último trimestre deste ano, consiste em uma planta de britagem e moagem com capacidade para 800 toneladas por dia, um circuito de recuperação de gravidade e um circuito de recuperação de carbono em polpa (CIP, na sigla em inglês).

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A frota de mineração consiste de perfuratrizes, veículos do tipo LHD para transporte de minério em minas subterrâneas, caminhões e outros equipamentos móveis que foram usados na mina, assim como todas as peças de reposição e consumíveis que estão no local.

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Do valor total a ser pago, a Magellan vai fazer para a Troy um depósito não reembolsável de US$ 150 mil em dinheiro no prazo de 30 dias.

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Os US$ 3,35 milhões restantes devem ser pagos até 15 de dezembro de 2015 e poderão incluir, se a Magellan quiser, até um máximo de 9,99% do capital social emitido e em circulação da Magellan. Caso a Troy chegue a ter pelo menos 7,5% de participação, terá o direito de designar um representante para o conselho de administração da Magellan, diz o acordo.

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Troy operou em Andorinhas usando métodos de recalque e corte e aterro em áreas acessadas por meio uma rampa com abertura de 5 metros por 5 metros, “que é muito semelhante ao conceito que está sendo desenvolvido para Coringa [principal projeto de ouro da Magellan]”, diz o comunicado.

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A Magellan também pagará à australiana Troy o valor adicional de US$ 1 milhão adicional após a produção de 20 mil onças de ouro ou dentro de 18 meses, o que ocorrer primeiro, na mina de ouro Coringa.

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A frota de equipamentos móveis, os equipamentos de mineração subterrânea e grande parte dos equipamentos de apoio, tais como ventiladores e bombas, serão diretamente transferidos para uso em Coringa, diz a Magellan em nota.

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Segundo representantes da Magellan que visitaram o site da Troy, a planta de processamento está funcionando bem e são adequadas para o uso em Coringa. A planta de britagem consiste em um britador de mandíbulas que alimenta dois britadores de cone que, por sua vez, alimentam uma planta de moagem com dois moinhos de bolas.

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A seção de gravidade usa um concentrador Knelson, que alimenta uma unidade ILR (Acacia). A parte de processo inclui toda a tancagem para lixiviação, CIP e descontaminação, seguido de eluição e electrowinning, para a extração de solvente. “A planta também vem com um laboratório, sala de ouro e sofisticados sistemas de segurança, e grande parte do equipamento elétrico e de controle que é conteinerizado e permite fácil transporte e instalação em Coringa”, diz o comunicado.

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Segundo os executivos da Magellan, essa aquisição vai encurtar o início de produção em Coringa. “O desligamento de Andorinhas foi uma sorte para nós. Pretendemos seguir o modelo de construção e operação de minas que a Troy adotou no Brasil para o desenvolvimento acelerado de Coringa”, disse Alan Carter, presidente e CEO da Magellan.

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Fonte: Notícias de Mineração Brasil

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