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Mineração ganhará mais espaço na operação da CSN

10 de abril de 2012

rnMais integrada siderúrgica nacional, a CSN prevê neste ano volumes recordes de comercialização de minério de ferro, que ganhará ainda mais espaço em seu balanço nos próximos três a

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Mais integrada siderúrgica nacional, a CSN prevê neste ano volumes recordes de comercialização de minério de ferro, que ganhará ainda mais espaço em seu balanço nos próximos três anos

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Depois de ter atingido vendas de 29,3 milhões de toneladas de minério em 2011, com alta de 16% em relação ao período anterior, a empresa projeta comercializar 32,5 milhões de toneladas neste ano, o que representaria elevação de 11% em comparação anual. Em 2013, esse volume deve pular para 40,8 milhões de toneladas e poderá atingir 47,8 milhões de toneladas em 2014, segundo previu Daniel Santos, diretor de mineração da empresa, em recente teleconferência com analistas.

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Estima-se que o preço médio do minério em 2012 fique em torno de US$ 121, caindo para US$ 113 em 2013 e 2014. Os custos devem ficar perto de US$ 40 anuais nesse período. O acréscimo dos embarques representará maior caixa.

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O segmento de mineração cuja receita líquida cresceu 64%, somando R$ 5,9 bilhões, e já responde por 55% do Ebitda ajustado, acima dos 37% oriundos da área de siderurgia deverá continuar ganhando espaço no balanço da empresa. A CSN prevê receita de R$ 6,9 bilhões em 2012. Em 2013, esse montante deve subir a R$ 8,0 bilhões, chegando a R$ 8,9 bilhões em 2014. Já o Ebitda de mineração, que em 2011 somou R$ 3,7 bilhões, deve passar a R$ 4,7 bilhões em 2012, R$ 5,2 bilhões em 2013 e R$ 5,6 bilhões em 2014, sempre considerando-se 100% da Namisa. A parcela da CSN nesse indicador deve ser de 85% em 2012, 84,5% em 2013 e 85,9% em 2014.

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Em 2011, a receita de mineração chegou ao valor recorde de R$ 5,9 bilhões, com o segmento respondendo por cerca de 35% da receita líquida da companhia, um percentual que tem crescido. Em 2010, esse número ficou em 24,4%. Em 2009, o minério respondeu por 16% da receita líquida da CSN, sendo que em 2007, o número estava em apenas 6%.

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Para acompanhar a venda maior de minério, a empresa está investindo na ampliação de seu terminal portuário em Itaguaí (RJ), cuja capacidade deverá saltar de cerca de 30 milhões de toneladas para 45 milhões de toneladas. As obras devem ficar prontas até o último trimestre.

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Além desse projeto, a empresa, em conjunto com a Petrobras e a Gerdau, estuda a construção de um novo porto, próximo ao terminal em Itaguaí. Chamado de Porto da Pedra. “Esse projeto não impacta em nada a expansão de Itaguaí, que já ocorre, mas está dentro de uma visão estratégica de mais longo prazo da empresa”, diz Juarez Saliba, diretor de negócios da CSN.

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No aço, a empresa acertou em fevereiro mais um passo na sua estratégia de internacionalização, ao adquirir por € 482,5 milhões a siderúrgica alemã Stahlwerk Thüringen (SWT), com capacidade de 1,1 milhão de toneladas, e a distribuidora Gallardo Sections. O negócio marca a entrada da CSN, tradicional fabricante brasileira de aço plano, no mercado dos chamados aços longos, usados na construção civil. Com a transação, a empresa reforça e diversifica seu portfólio. As vendas em 2011 cresceram 2% em relação ao ano anterior, para 4,9 milhões de toneladas. “Teremos esse acréscimo de capacidade, e nossa prioridade é o mercado interno, que deve responder por 85% das vendas, sendo que EUA e Portugal devem responder por 10%”, afirma Luis Fernando Martinez, diretor comercial.

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Fonte: Valor Econômico

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