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Mineradora australiana compra projeto de grafita na Bahia

7 de agosto de 2015

A mineradora australiana Sayona Mining informou, na última quarta-feira (5), que assinou um termo de compromisso com a Brasil Grafite para adquirir o projeto de grafita Itabela, na Bahia. O empreendimento está em fase avançada, c

A mineradora australiana Sayona Mining informou, na última quarta-feira (5), que assinou um termo de compromisso com a Brasil Grafite para adquirir o projeto de grafita Itabela, na Bahia. O empreendimento está em fase avançada, com campanhas de sondagem finalizadas e testes em planta piloto.

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As informações foram publicadas em comunicado enviado ao mercado nesta quarta-feira pela Sayona. O acordo, no valor de US$ 3,5 milhões, prevê uma opção de compra exclusiva com duração de quatro meses, mesmo período para a realização de uma auditoria técnica (due dilligence).

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A mineradora australiana deverá fazer ainda um pagamento mensal de US$ 15 mil durante os quatro meses de auditoria no projeto Itabela. A Brasil Grafite, que detém 100% do empreendimento, permanecerá com um royalty de 2% sobre a produção vendida, chamado de net smelter return.

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Segundo a Sayona, uma campanha de sondagem de 8 mil metros foi feita no projeto, que fica a cinco quilômetros da cidade de Itabela (BA), com aproximadamente 1000 furos. Os dados não auditados serão convertidos em recursos no padrão Jorc durante a auditoria da Sayona.

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Um estudo técnico sobre o projeto Itabela, publicado em 2012 pela Frontera Minerals, aponta recursos inferidos de 3,7 milhões de toneladas de minério e recursos indicados de 3,7 milhões de toneladas, com 2,3% de carbono grafítico (Cg), com 700 mil toneladas contendo Cg.

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A produção anual estimada para o projeto é de 18 mil toneladas por ano nos primeiros quatro anos e de 36 mil, posteriormente, até o fim da vida útil da mina, que é projetada em 23 anos, segundo dados da apresentação da Frontera. A Sayona disse que os testes da planta piloto apontaram altos teores, que podem ser atingidos por meio de tecnologia de flotação.

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Para os testes, foi usada uma amostra de 30 toneladas de material coletado em três pontos diferentes do projeto. Um processo simples de britagem, peneiramento, moagem e flotação foi desenvolvido. Foram concluídas ainda várias otimizações para os temos de retenção, reagentes, entre outros.

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A mineradora australiana pretende colocar Itabela em produção rapidamente, concluindo um estudo de viabilidade e obtendo as licenças necessárias dentro de 12 a 18 meses. A Sayona é uma mineradora listada na Australian Securities Exchange (ASX), voltada para o desenvolvimento de ativos com alta pureza de grafita, que possui demanda de setores emergentes de novas tecnologias.

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A Brasil Grafite possui 13 autorizações de pesquisa junto ao Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), sendo 12 para grafita e uma para manganês. Todos os direitos estão na Bahia e equivalem a uma área de aproximadamente 13.136 hectares.

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Clique aqui e acesse a matéria na íntegra.

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Fonte: Notícias de Mineração Brasil

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