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O que o BTG pode fazer pela EBX

11 de março de 2013

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Nos últimos cinco anos, os holofotes do mercado financeiro estiveram direcionados majoritariamente para dois personagens: André Esteves, controlador do banco BTG Pactual, e o empresário Eike Batista, do grupo EBX. Donos de estilo agressivo, eles conquistaram a confiança dos investidores daqui e do Exterior, com a promessa de ganhos elevados em grandes negócios. Ambos brilharam na Bolsa de Valores ao abrir o capital de suas empresas nos últimos anos. O BTG consolidou-se como um dos maiores bancos de negócios do País. Desde o final de 2011, o mundo das empresas X, de Batista, passa por uma queda de braço com o mercado, que reviu as projeções de crescimento e derrubou o preço das ações de suas companhias. 
 
Na quarta-feira 6, os dois bilionários voltaram a dividir a atenção do mercado com a assinatura de um acordo de cooperação estratégica entre a EBX e o BTG. Caberá à equipe composta por executivos das duas empresas definir os rumos estratégicos do grupo EBX. Os recursos para tocar os projetos serão levantados pelo banco diretamente ou por meio da indicação de sócios. E disso Esteves entende bastante. Nos últimos três anos, seu BTG se transformou em uma das mais agressivas casas bancárias do País. Ele também se firmou como um destacado fundo de private equity investindo em empresas dos setores de construção (WTorre, BR Properties) e de saúde (Brazil Pharma e Rede D’or). 
 
Em 2012, o BTG despontou também como um dos líderes na emissão de títulos, em dólar, de empresas latino-americanas. Esteves e sua equipe conseguiram ainda abrir as portas do País para fundos soberanos, como o de Abu Dhabi e de Cingapura, sócios no BTG. Esses atributos são exatamente o que Eike Batista precisa para dar prosseguimento às suas apostas empresariais, que exigem ousadia e grandes somas de recursos. Em troca de aconselhamento e assessoria na gestão da EBX, Esteves vai ganhar uma taxa baseada na valorização das ações das companhias ligadas à EBX, listadas na Bolsa de Valores de São Paulo. Nos últimos três anos, o BTG já colocou cerca de US$ 3 bilhões nas empresas X, de acordo com uma fonte próxima a Batista.

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Fonte: IstoÉ Dinheiro

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