Encontro no Expominas de BH reúne mineradoras e especialistas que debaterão, até 5ª-feira, o futuro do setorrnCom o tema “Mineração no mundo da inovação”, o 16º Congresso Brasileiro de Mine
Encontro no Expominas de BH reúne mineradoras e especialistas que debaterão, até 5ª-feira, o futuro do setor
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Com o tema “Mineração no mundo da inovação”, o 16º Congresso Brasileiro de Mineração e a Exposição Internacional de Mineração (EXPOSIBRAM) tiveram início ontem no Expominas em Belo Horizonte. Autoridades, representantes do setor e de delegações de 25 países participam do evento, que termina na próxima quinta-feira. A expectativa de negócios é da ordem de R$ 500 milhões e de público de 60 mil pessoas.
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Na abertura, o presidente do Instituto Brasileiro de Mineração – IBRAM (www.ibram.org.br), Fernando Coura, disse que está otimista e ressaltou que Belo Horizonte é a capital da mineração, onde há grandes oportunidades para realizar negócios. Destacou que as empresas do setor geram impactos positivos nas comunidades onde atuam, por meio de promoção social, cultural e geração de empregos.
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Para Coura, a inovação é necessária não somente na mineração, mas na indústria como todo. Em relação à crise econômica, ressaltou que é preciso “manter a cabeça erguida neste momento” e que ações são necessárias, como a desburocratização da abertura de empresas. “Diz a frase que o pessimista reclama do vento e o otimista muda a vela. Essa feira vai mudar a vela para aproveitar o vento”.
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O presidente do IBRAM acrescentou que a população mundial vai continuar o processo de crescimento e vai precisar de alimentos, fertilizantes, aço, cobre e, principalmente, dos metais, que são recicláveis. “Além disso, vão precisar de estradas, rodovias, portos e aeroportos. Há déficit de moradia. Então, há demandas de bens minerais. Portanto, temos oportunidade pela frente”, ressaltou.
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Segundo o presidente do IBRAM, a produção de fertilizantes é uma grande bandeira da mineração brasileira. Explica que as importações de potássio chegam a 90% e de fósforo 50%. “Esse é um grande caminho que a mineração pode trilhar. Nós temos capacidade técnica, financeira, humana e tecnológica para desenvolver esse projeto”.
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Atenção – Para o senador Ricardo Ferraço (PMDB-ES), é preciso dar mais atenção à mineração. “Nos últimos dez anos temos perdido o protagonismo no contexto global. Já representamos 20% da produção mundial e hoje representamos pouco mais de 12%”. Ele ressaltou ainda que durante o congresso será necessário criar uma agenda para fazer parte de uma pauta de trabalho no ambiente regulatório de marco legal para mineração.
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O diretor-presidente da Samarco Mineração, Ricardo Vescovi, também se diz otimista em relação ao futuro da mineração, cujos investimentos são de longo prazo e de capital intensivo. Lembra que, no Brasil, o setor é desenvolvedor de tecnologia, “e nada é copiado de fora”.
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“Temos engenheiros bem formados na área de metalurgia e mineração fornecendo soluções que nem imaginávamos. Na Samarco, nós minerávamos com 55% de ferro, hoje mineramos 40% e no futuro 30%”. Citou que o próprio estande da empresa na feira é feito com subprodutos da mineração, o que demonstra agregação de valor aos rejeitos, úteis para a sociedade.
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Fonte: Diário do Comércio
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