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Ouro deve continuar em alta em 2013

3 de janeiro de 2013

rnPreço no mercado internacional eleva as expectativas; em 2012, o metal precioso foi a melhor aplicação.rnApós três anos como o investimento mais rentável, o ouro deverá continuar a valorizar em 2013,

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Preço no mercado internacional eleva as expectativas; em 2012, o metal precioso foi a melhor aplicação.

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Após três anos como o investimento mais rentável, o ouro deverá continuar a valorizar em 2013, na opinião de especialistas consultados pelo DIÁRIO DO COMÉRCIO. No ano passado, o metal precioso foi novamente a melhor aplicação no país ao registrar alta de 15,26% na comparação com 2011, impulsionada pelas incertezas na economia internacional e crescimento abaixo da expectativa no Brasil.

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No final de 2012, o metal precioso estava cotado em R$ 109,80 a grama, contra R$ 95 a grama no ano anterior. O incremento verificado na cotação da commodity foi praticamente o dobro do registrado pelo Índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa), com elevação de 7,4% na mesma base de comparação.

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De acordo com o gerente de operações da Reserva Metais, Edson Magalhães, nos últimos três anos a valorização do ouro foi de 76%. “Nos últimos cinco anos, a commodity foi o melhor investimento em quatro”, diz. Somente em 2009, por conta da desvalorização do dólar, o metal perdeu a primeira posição entre as aplicações mais rentáveis.

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Em 2013, as expectativas são positivas, de acordo com Magalhães. “A valorização de 2012 poderá replicar neste ano”, afirma. Porém, segundo ele, não é possível afirmar se o metal deverá continuar a ser o mais rentável.

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Outro fator que leva a expectativa positiva é o comportamento dos preços internacionais nos últimos anos. Em 2011, o mineral chegou a ser cotado acima de US$ 1.900 a onça (equivalente a 28,35 gramas) em função da insegurança gerada pela crise europeia. “Na verdade, a cotação apresentou retração”, afirma o diretor Comercial do Grupo OM, Roselito Soares da Silva.

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Porém, a valorização do dólar frente ao real acabou por compensar as perdas e manteve o ouro como melhor investimento em 2012. No ano passado, a moeda norte americana apresentou alta de 9,4% na mesma base de comparação.

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Projeções – Segundo ele, as expectativas são que a onça do ouro alcance entre US$ 1.850 e US$ 2.000. Ele explica que a projeção está atrelada ao cenário econômico, como, por exemplo, aos problemas que o Estados Unidos enfrentam com a possibilidade de abismo fiscal. “A França também tem alguns pequenos indícios de instabilidade”, diz.

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Já o analista-chefe da SLW Corretora, Pedro Galdi, afirma que a continuidade do comportamento dos preços dependerá da deterioração do cenário econômico internacional. Além disso, o investimento terá um forte concorrente. “Este ano deverá ser um ano da Ibovespa”, afirma.

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No exercício passado, o mercado de capitais foi fortemente impactado por uma série de fatores, como, por exemplo, a renovação das concessões das empresas de energia elétrica, o que derrubou as ações destas companhias. Mas Galdi lembra que já em dezembro último a Ibovespa apresentou o melhor desempenho em relação aos demais investimentos.

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Além disso, segundo Galdi, caso seja verificada uma melhora na economia internacional os preços do ouro deverão apresentar uma pequena retração ao longo do atual exercício.

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A valorização do mineral, além do aumento da demanda global nos últimos anos, vem impulsionando os investimentos na exploração do ouro. Minas Gerais concentra grande parte desses aportes em função de ainda manter reservas significativas.

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Mineradoras – Entre as empresas que estão realizando inversões está a sul-africana AngloGold Ashanti. O principal projeto da companhia no Estado é a expansão de Córrego do Sítio, em Santa Bárbara (região Central), orçado em R$ 2,07 bilhões. Com isso, a capacidade de produção atingirá 4,1 toneladas de ouro por ano.

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No Norte de Minas, a Mineração Riacho dos Machados (MRDM), subsidiária da canadense Carpathian Gold Inc., está investindo US$ 160 milhões para reativar uma jazida que era explorada pela Vale S/A até 1997. Em virtude da queda do preço do ouro na época, o negócio foi inviabilizado e a mineradora desativou a mina.

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Com os aportes, a extração em Riacho dos Machados terá capacidade instalada de 100 mil onças/ano. O início das atividades está previsto para o segundo semestre deste ano. 

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Fonte: Diário do Comércio

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