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Pará: Autoridades visitam projeto de refinaria

29 de janeiro de 2013

rnEmpreendimento possui potencial acima de 1 bilhão de toneladasrnA prefeita de Rondon do Pará, Cristina Malcher, recebeu na sexta-feira, 25, uma comitiva comandada pelo presidente do Sindicato das Indústrias Mineradoras do Estad

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Empreendimento possui potencial acima de 1 bilhão de toneladas

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A prefeita de Rondon do Pará, Cristina Malcher, recebeu na sexta-feira, 25, uma comitiva comandada pelo presidente do Sindicato das Indústrias Mineradoras do Estado do Pará (Simineral), José Fernando Gomes Júnior, e pelo presidente da Frente, deputado Raimundo Santos. As autoridades vieram ao município para visitar o projeto integrado de mina e refinaria de alumina da Votorantim Metais. Ao chegar ao município, a comissão visitou as instalações do Galpão de Geologia e a Vila Santa Lúcia, comunidade próxima ao empreendimento, que possui recursos minerais com potencial acima de 1 bilhão de toneladas.

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O investimento no projeto é de quase R$ 6 bilhões, para a produção inicial de três milhões de toneladas de alumina por ano. Com a expansão, passará a ser a segunda maior refinaria do mundo. A implantação do empreendimento está prevista para o segundo semestre de 2013 e operação para 2016. Lançada no ano passado pela Assembleia Legislativa do Estado do Pará (Alepa), a Frente conta o apoio das principais entidades representativas do setor produtivo, como o Simineral, Ibram (Instituto Brasileiro de Mineração), Fiepa (Federação das Indústrias do Pará), Faepa (Federação da Agricultura e Pecuária do Pará), Sebrae (Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas) e ACP (Associação Comercial do Pará).

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O movimento tem como missão promover o diálogo e fomentar o debate sobre o setor mineral, sugerindo melhorias e compartilhando as boas práticas de sustentabilidade desenvolvidas nos empreendimentos minerais. O presidente do Simineral, José Fernando Gomes Júnior, acredita que a convergência por uma indústria mineral moderna, sustentável e competitiva é possível, e o diálogo é o melhor caminho.

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O executivo ressalta que é preciso conhecer mais sobre as dimensões da atividade, seu cotidiano, seu envolvimento com as comunidades, sua importância para a indústria de transformação, comércio, agropecuária e conservação do meio ambiente para promover um diagnóstico completo da mineração do Estado. “A Frente Parlamentar tem um papel fundamental nessas discussões. Em Rondon, colhemos boas informações para fomentar o debate sobre o projeto mineral instalado na cidade, que impactará diretamente no desenvolvimento do Pará”, avalia.

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De acordo com o Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM), o Brasil é o terceiro maior produtor de minério de bauxita, com cerca de 14% da produção mundial, de 205 milhões de toneladas. A Austrália é líder em produção, com 31% do total, seguida pela China com 18%. No Brasil, os principais Estados produtores são: Pará (85%) e Minas Gerais (14%). Os principais mercados são Estados Unidos, Canadá, Irlanda, Ucrânia e Suriname. O Pará é o segundo maior polo produtor de bauxita e alumina do mundo, com exploração de minas de bauxita nos municípios de Paragominas e Juruti.

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Fonte: O Liberal

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