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Precificação do minério de ferro deve compensar os baixos volumes, diz Barclays

23 de janeiro de 2012

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Em relatório sobre o setor de mineração na América Latina, o Barclays avalia os efeitos da diminuição das minas de minério de ferro e classifica como extremamente atrativos os investimentos em ações da Vale (VALE3, VALE5) e MMX (MMXM3) no longo prazo.

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O banco acredita na sustentabilidade nos preços do minério de ferro acima dos US$ 120 por tonelada métrica nos próximos anos. Em meio a um ambiente de esgotamento das minas de minério, o chefe da equipe de análise da instituição financeira, Pedro Grimaldi, acredita que esta seja uma das principais razões para a Vale ter acumulado investimentos de cerca de US$ 22 bilhões entre 2007 e 2011, em sua divisão de ferrosos, enquanto não entregou um crescimento expressivo nos volumes de minério de ferro.

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“Esperamos que vários analistas de mercado rebaixem suas expectativas de avanço no fornecimento de minério de ferro por conta da mais agressiva diminuição das minas disponíveis, com exceção da China”, afirma Grimaldi.

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Perspectiva positiva para o preço de minério de ferro

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O banco inglês diminui suas expectativas do volume de produção de minério de ferro pela Vale, mas acredita que as limitações mais significativas oferta devam levar a um ciclo de alta dos preços, com base no fato de que o alto custo da capacidade chinesa para produção do minério de ferro deve perdurar por algum tempo.

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“Por isso, acreditamos que seja injusto uma postura mais agressiva por conta do esgotamento de reservas, não ajustando a curva de preços do minério”, segundo a equipe de análise do banco.

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Preço é mais importante que volume

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O Barclays afirma que para o valuation das empresas, os preços do minério de ferro tendem a ter um papel mais importante que os volumes produzidos. “Em nossas estimativas, a sensibilidade da Vale para os preços do minério de ferro é cerca de 1,5 a duas vezes maior do que para os volumes, de uma perspectiva NPV (Net Present Value) – usado para medir a rentabilidade dos negócios. Portanto, um forte ciclo de precificação do minério de ferro deve mais do que compensar os baixos volumes, constata Grimaldi.

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Fonte: Info Money

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