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Projeto de potássio recebe licença prévia no Amazonas

24 de julho de 2015

A Potássio do Brasil recebeu a licença prévia para o projeto de potássio que desenvolve em Autazes (AM). O empreendimento prevê a produção de 2,1 milhões de toneladas de cloreto de potássi

A Potássio do Brasil recebeu a licença prévia para o projeto de potássio que desenvolve em Autazes (AM). O empreendimento prevê a produção de 2,1 milhões de toneladas de cloreto de potássio, um insumo para fertilizantes.

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“Recebemos o documento [LP] diretamente das mãos do governador”, declarou Guilherme Jácome, diretor do empreendimento, por telefone ao NMB.

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A licença abrange a mina subterrânea, a planta de tratamento, dois shafts, uma estrada de 15 quilômetros e um terminal portuário no rio Madeira.

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Com a licença em mãos, a Potássio do Brasil vai dar partida no estudo de viabilidade, que será feito pela WorleyParsons e que deverá estar pronto no início de 2016. A previsão é que a licença de instalação seja obtida em 2016, o que permitiria concluir a construção do empreendimento até 2018.

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O investimento é estimado em US$ 2 bilhões e a planta, quando concluída, vai produzir 2,16 milhões de toneladas de cloreto de potássio (KCl), para fertilizantes, e 1,1 milhão de toneladas de cloreto de sódio (NaCl) para consumo animal.

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A construção, quando estiver no pico, vai empregar 4.700 trabalhadores. Em operação, as instalações da Potássio do Brasil vai gerar cerca de 1.300 empregos. Jácome afirma que a mineradora investiu, desde 2009, mais de R$ 200 milhões em exploração na região. Somente em Autazes, onde a sondagem geológica foi concluída, foram 42 furos.

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O executivo diz que a importância da produção de potássio no Brasil está no fato de o país ser o segundo maior importador do produto, ficando atrás somente da China.

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Os maiores exportadores de potássio para o Brasil são Canadá, Rússia, Belarus, Alemanha e Israel. Em 2014, o Brasil gastou US$ 2,9 bilhões com a importação de 9 milhões de toneladas de acordo com dados do Ministério de Desenvolvimento Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

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“Montamos uma equipe de primeira linha com especialistas em minas subterrâneas, engenharia, logística e mercado de fertilizantes para realizar o projeto”, diz Jácome. Toda a produção será direcionada ao mercado interno, o que pode fazer com que o país economize cerca de 700 milhões de reais em divisas por ano considerando o preço médio de 2014.

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Fonte: Notícias de Mineração Brasil

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