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Projeto social comemora 18 anos em Breu Branco

2 de setembro de 2015

Ao longo desse período mais de cinco mil crianças de famílias de baixa renda já foram beneficiadas com o Torpedos Mirins, que oferece atividades socioeducativasrnHá 18 anos um projeto social tem feito a diferen&cced

Ao longo desse período mais de cinco mil crianças de famílias de baixa renda já foram beneficiadas com o Torpedos Mirins, que oferece atividades socioeducativas

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Há 18 anos um projeto social tem feito a diferença na qualidade de vida de famílias de baixa renda no município de Breu Branco, no sudeste do Pará. Tudo por conta do projeto Torpedos Mirins, que beneficia 80 crianças e adolescentes, entre 8 e 12 anos, oferecendo gratuitamente atividades esportivas, cursos de informática, reforço escolar e aulas de dança e capoeira. Mais de cinco mil crianças já foram beneficiadas pela iniciativa, que é conduzida pela Organização não Governamental União dos Torpedos de Educação Infantil e Juvenil do Pará e apoiada pela Dow Corning, que atua no município com a produção de silício metálico.

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Além das atividades socioeducativas, os monitores do Torpedos acompanham o desenvolvimento dos alunos na escola, avaliando o rendimento escolar, e os avanços dentro do ambiente familiar.

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A pescadora Ivonete Conceição Abreu, 34 anos, conta que o projeto foi essencial para o desenvolvimento do filho João Vitor, que está há dois anos no projeto. “Antes, ele não tinha ânimo para fazer as coisas, inclusive para estudar. Com o Torpedos, ele ficou mais ativo para tudo, tanto em casa como na escola.  Gosto muito do projeto, que é muito bom para aqueles que não têm condições de pagar aula particular”, comemora a comunitária.

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O filho de Ivonete, João Vitor, de 11 anos, confirma os bons resultados: “As notas vermelhas na escola, agora são azuis. Estou muito feliz”, diz o estudante que cursa o quinto ano e faz aulas de dança e capoeira pelo projeto.

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 “No tempo que eu participei, o projeto era muito importante, pois ajudava as crianças a sair da marginalidade. O Torpedos foi uma mãe e um pai para mim, me ajudando a crescer como pessoa”, complementa a professora Janikelle Silva, 23 anos, que além de ter participado como aluna, foi monitora do projeto nas aulas de Português e Matemática.

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A educadora ressalta que os estudantes devem aproveitar todas as oportunidades oferecidas pelo projeto. “É importante que essas crianças e adolescentes não desistam do Torpedos. No futuro, eles vão agradecer e dizer que valeu a pena participar do projeto”, afirma.

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Ampliação de atendimento

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O presidente e fundador da ONG, Givanildo Ferreira, vibra com o sucesso do projeto e se orgulha ao ver as crianças mudando de vida. “A gente conversa com as famílias e elas dizem que o trabalho veio mesmo para transformar a criança em um cidadão de bem. O saldo é positivo na questão socioeducativa. Muitas vezes, as crianças chegam aqui agressivas e conseguimos trabalhar isso com ela. A recompensa é muito gratificante quando os pais vêm nos agradecer e dão uma boa referência do projeto para a comunidade”, revela.

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Podem participar do projeto crianças e adolescentes que estejam matriculados em uma das 12 escolas do município da rede pública de ensino e que tenham de 8 a 12 anos de idade. No ano passado, foram atendidas 64 crianças e, este ano, o Torpedos ampliou o atendimento para 80. Segundo Givanildo Ferreira o sonho, para o próximo ano, é beneficiar 120 crianças.

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Principal mantenedora do projeto, a Dow Corning renovou a parceria com a instituição, que já dura 15 anos. “A empresa está pautada nos valores de sustentabilidade e respeito às comunidades onde estamos inseridos. Sentimos orgulho ao ver os resultados do Torpedos Mirins. Acreditamos que deste trabalho, além de cidadãos formados para a sociedade,  vão  surgir os profissionais do futuro que virão somar com a companhia”, acredita Arquimedes Pujatti, diretor Industrial da Dow Corning, em Breu Branco.

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Fonte: Assessoria

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