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Vale pode perder liderança no minério de ferro, diz Morgan Stanley

14 de maio de 2012

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Atrasos em licenças ambientais podem custar à Vale sua liderança na produção mundial de minério de ferro já em 2013, de acordo com relatório divulgado hoje pelo Morgan Stanley.

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A direção da empresa afirmou à equipe dos analistas Carlos Alba e Alfonso Salazar que espera receber a licença ambiental para o projeto de Serra Sul, com capacidade de 90 de milhões de toneladas métricas anuais, no segundo semestre deste ano. Já a expansão da mina de Carajás deve começar a operar no segundo semestre de 2013, segundo a administração da mineradora.

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Contudo, alerta o banco, caso haja contratempos nesses licenciamentos, a australiana Rio Tinto poderá superar a produção de minério de ferro da Vale já no próximo ano.

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Apesar dessa perspectiva, no entanto, o Morgan Stanley permanece otimista em relação à empresa. “Os projetos são atrativos em termos de crescimento e darão suporte à expansão dos lucros e do fluxo de caixa”, escreveram os analistas.

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O banco espera preços elevados para o minério de ferro até 2014 e avalia que o pior da desaceleração da demanda chinesa por aço já passou.

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Outro ponto destacado no relatório são os baixos custos de produção da Vale em relação à média do setor, o que garante margens operacionais robustas e boa geração de caixa, especialmente nos segmentos de minério de ferro e níquel.

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A recomendação do Morgan Stanley para os recibos de ações da Vale negociados na Bolsa de Nova York (ADRs) é “overweight”, isto é, de alocação acima da média do mercado. O preço-alvo para o fim de 2012 é de US$ 28,40, um potencial de valorização de 42% em relação ao fechamento de sexta-feira.

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Fonte: Valor Econômico

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