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Venda de minério tem 1ª queda em 10 anos

21 de junho de 2012

rnExportações brasileiras não registravam perda de receita desde 2002; crise e chuva atrapalharam desempenhornExpectativa é de retomada no segundo semestre; produção de aço sobe na China e já el

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Exportações brasileiras não registravam perda de receita desde 2002; crise e chuva atrapalharam desempenho

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Expectativa é de retomada no segundo semestre; produção de aço sobe na China e já eleva preço do insumo

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Pela primeira vez em dez anos, o Brasil amarga queda nos embarques de minério de ferro, principal produto da pauta exportadora.

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A receita com as vendas da commodity ao exterior acumula retração de 19% entre janeiro e maio deste ano ante igual período de 2011.

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O desempenho contribuiu para que a Vale cedesse à Petrobras, a partir de janeiro, a posição de líder das exportações brasileiras -a mineradora fora a primeira em todos os meses de 2011.

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Nem na crise de 2009, quando o minério chegou a ser cotado a US$ 60 por tonelada, a receita com exportações caiu, mostram os dados da Secretaria de Comércio Exterior compilados pelaFolha.

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Neste ano, a commodity também cai, agora por conta dos efeitos da crise na Europa (que já foi o principal comprador do minério brasileiro) e na economia da China (hoje o principal cliente do país).

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Ontem, a tonelada de minério com 62% de teor de ferro, referência internacional, era cotada a US$ 136,80 no mercado à vista chinês -queda de 21% em 12 meses.

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O preço reflete a fraqueza das compras pela China, que responde por 60% do mercado. Em abril, suas importações atingiram 57,7 milhões de toneladas (o menor nível em seis meses), com queda de 8% em relação a março.

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Com os menores preços do aço, as siderúrgicas preferiram usar seus estoques e comprar mais minério de ferro produzido localmente.

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Além de encarar o cenário internacional adverso, a Vale enfrentou problemas operacionais, que reduziram a disponibilidade do produto para exportação. No início deste ano, chuvas em excesso paralisaram minas, reduzindo o volume de produção.

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RECUPERAÇÃO

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Depois de um primeiro semestre difícil, a expectativa é de recuperação na demanda chinesa por metais.

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“Haverá melhora contínua do primeiro para o segundo semestre”, avalia a equipe de análise do Barclays. Para Ephrem Ravi, economista baseado em Hong Kong, a produção industrial chinesa crescerá 12,7% no segundo semestre, ante 11,3% nos primeiros seis meses de 2012.

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Indicadores já dão suporte ao otimismo. A produção diária de aço na China cresceu 2% nos primeiros dez dias deste mês em relação aos dez dias anteriores, segundo a associação do setor.

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Diante da expectativa de que os estoques sejam reabastecidos e de aceleração na economia chinesa após as recentes medidas do governo, a commodity subiu ontem pelo nono dia consecutivo, acumulando alta de 5%

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Fonte: Folha de S. Paulo

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