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Embrapii lança primeiro edital para credenciar centros de tecnologia

16 de abril de 2014

Nesta primeira fase, até dez novas unidades Embrapii serão credenciados. A meta é liberar R$ 260 milhões para alavancar cerca de R$ 800 milhões em projetos inovadores até 2015rnA Empresa Brasileira de Pesquis

Nesta primeira fase, até dez novas unidades Embrapii serão credenciados. A meta é liberar R$ 260 milhões para alavancar cerca de R$ 800 milhões em projetos inovadores até 2015

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A Empresa Brasileira de Pesquisa e Inovação Industrial (Embrapii) publicou nesta terça-feira, 15 de abril, o primeiro edital para credenciamento de novas unidades de pesquisa e inovação de todo o país. Nesta primeira fase, dez centros serão certificados e poderão investir em projetos utilizando o selo Embrapii. A meta é ter, até o início de 2015, cerca de 23 unidades que terão R$ 260 milhões para desenvolvimento de projetos inovadores. O edital, que estabelece os critérios que as instituições de Científicas e Tecnológicas (ICTs) devem atender para utilizarem os recursos repassados pela Embrapii, está publicado na página da Embrapii , no link (http://www.embrapii.org.br/chamada-publica/)

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“O edital estabelece os critérios de elegibilidade de uma ICT. Vamos analisar se os centros têm área de competência bem definida, se sua proposta está compatível com a política de governo, se ele possui estrutura, entre outros critérios. Caso esteja apto, o ICT submete seu plano de ação e vamos verificar se a proposta é consistente”, afirma o presidente da Embrapii, João Fernando Gomes de Oliveira.

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Parcerias

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As unidades credenciadas são o elo da parceria que envolve as empresas responsáveis pelos projetos e a Embrapii. Cada um contribui com um terço do valor global dos recursos necessários. Os institutos de tecnologia e inovação certificados entram com os recursos humanos, estrutura, máquinas e equipamentos. Para firmar tais parcerias, as instituições de pesquisa deverão ser credenciadas a partir de critérios como foco em uma área de competência, infraestrutura e experiência em parcerias anteriores com outras empresas.

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O principal ganho com a criação da Embrapii é o início de uma política de investimentos públicos no período pré-competitivo das atividades de pesquisa e desenvolvimento. Essa fase, posterior à escala laboratorial e anterior à comercial, é de alto risco. Daí a importância do compartilhamento técnico e econômico com o setor produtivo.

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Projeto piloto

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A Embrapii começou a dar os primeiros passos ainda em 2011 com o projeto-piloto que uniu a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) e a Financiadora de Estudos e Projetos (FINEP). Nesse período experimental, foram firmados termos de parceria com três instituições de pesquisa: o Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (SENAI) Cimatec, na Bahia, o Instituto de Pesquisas Tecnológicas (IPT), em São Paulo, e  o Instituto Nacional de Tecnologia (INT), no Rio de Janeiro.  As três unidades integram o número de 23 centros esperados para os próximos meses.

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Ao todo, foram aprovados na experiência-piloto nos 68 projetos nas áreas de manufatura, automação, bionanotecnologia, saúde e energia que, juntos, somam R$ 188 milhões. Desse total, R$ 62 milhões são recursos públicos – que triplicaram o aporte inicial. Das empresas que participam via projeto piloto, 30,7% são de alta tecnologia e 61,5% são de média tecnologia.

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No SENAI-Cimatec, o faturamento com projetos aumentou na área de competência, por exemplo, passou de entre R$ 3,5 milhões e R$ 4 milhões em 2012 (sem Embrapii) para R$ 107 milhões. No caso do IPT, o faturamento chegou a R$ 60 milhões no período do piloto.

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A Embrapii foi criada a partir das propostas da Mobilização Empresarial pela Inovação (MEI), movimento liderado pela CNI que pretende colocar a inovação no centro das estratégias das empresas brasileiras. Para a CNI, a inovação é decisiva para a indústria elevar a produtividade e ganhar competitividade.

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Fonte: CNI

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