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Ex-executivos da Vale são maioria em mineradora de Agnelli e da BTG

13 de julho de 2012

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B&A nasce com capital de R$ 1 bilhão para investir em projetos na América Latina e na África

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Exploração de ferro e cobre e produção de fertilizantes, como fosfato e potássio, são focos da nova empresa

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O ex-presidente da Vale Roger Agnelli vai comandar a mais nova mineradora brasileira. A B&A, associação entre o BTG Pactual e a AGN, nasce com capital de R$ 1 bilhão para investir em projetos de mineração ao redor do mundo. Dos 8 executivos da empresa, 6 são ex-Vale.

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A informação foi antecipada ontem pelo jornal “O Estado de S. Paulo”.

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“Não nascemos para ser pequenos. À medida que as oportunidades aparecerem, vamos nos transformar em uma grande mineradora. Dá para fazer um barulho legal”, diz Agnelli.

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A B&A vai fazer pesquisa e exploração de ferro e cobre, além de produzir fertilizantes, como fosfato e potássio.

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Agnelli, executivo que comandou a Vale por dez anos, acredita no desenvolvimento rápido da mineradora. A aposta é a grande demanda mundial por minério.

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Segundo ele, ao contrário do que sugere a crise financeira internacional, há mais demanda do que oferta no mercado mundial de commodities. “A produção de recursos naturais tem de crescer. Vamos precisar de minérios, fertilizante, energia. Não vejo nada que comprometa essa tendência”, afirma.

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É esse o argumento que Agnelli pretende adotar para buscar o capital necessário a aquisições e parcerias. A ênfase nos emergentes é proposital. Para o executivo, é onde há novas e inexploradas oportunidades.

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“[O desenvolvimento da] África é uma questão de tempo. Lá há países com democracia. Países que crescem 8% ao ano e onde vivem 1 bilhão de pessoas”, diz.

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MUDANÇA

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A crise internacional abriu, segundo Agnelli, uma nova perspectiva para remunerar o capital aplicado até agora em moedas como o dólar ou o euro ou mesmo em títulos soberanos cujos juros são negativos. Agnelli sustenta que a B&A pode ser um instrumento capaz de induzir o investimento a essa mudança.

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O principal argumento do executivo é o de que o ciclo de expansão da mineração não acabou e os emergentes têm papel central no abastecimento do mundo.

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Eduardo Ledsham, presidente da nova mineradora, não descarta abrir o capital da empresa. “Podemos fazer, mas não imagino isso antes de três anos”, diz.

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Até lá, a B&A precisa ter em carteira projetos de pesquisa e mineração ao redor do mundo. Hoje, tem poucos.

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Além de um banco e de um grupo de executivos experimentados, a mineradora tem dois projetos: um para produção de cobre no Chile, em parceria com a Cuprom, e outro em Goiás, em associação com a canadense Rio Verde.

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Fonte: Folha de S. Paulo

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