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Quase simultaneamente ao anúncio do Plano de Investimento em Logística para rodovias e ferrovias, feito pela presidente Dilma Rousseff, um pacote de concessões estimado em R$ 133 bilhões que inclui a restauração e a duplicação de várias rodovias federais que cortam o território mineiro, o governo estadual assinou contrato com um consórcio internacional para realizar estudos visando a implantação de nova logística de infraestrutura ferroviária no Norte de Minas.
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O principal objetivo é ampliar o escoamento de produtos daquela região, incluindo minério de ferro e outras commodities produzidas em Minas. As atenções se voltaram para uma região tradicionalmente esquecida das autoridades desde que se descobriu ali uma enorme província mineral, com reservas de minério, embora de baixo teor, que rivalizam com as do chamado Quadrilátero Ferrífero.
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Com efeito, protocolos com previsão de investimentos vultosos vêm sendo firmados com o governo, inclusive com um grande grupo nacional, que prevê injetar R$ 1,04 bilhão em um complexo minerador compreendendo a mina propriamente dita e mineroduto. Há de se indagar, à essa altura, se o mineroduto vai concorrer com a projetada ferrovia ou vice-versa.
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Isso a consultoria ora contratada poderá responder ao longo dos próximos dez meses do estudo, orçado em R$ 2,1 milhões e que está sendo financiado pelo Banco Mundial (Bird), diz a Secretaria de Estado de Desenvolvimento Econômico (Sede). O estudo deverá avaliar, é claro, aspectos socioeconômicos e ambientais para implantação da ferrovia. E, se for o caso, poderá apontar retificações de traçados para promover o uso intensivo do transporte ferroviário.
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Vê-se, por aí, que boas ideias e bons projetos não têm faltado aos governantes para tirar o país do atraso em que se encontra, com estradas sucateadas e uma malha ferroviária que vem da época em que toda ela pertencia ao governo federal. O que se precisa é de celeridade nas obras e mais investimentos federais em Minas.
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Fonte: O Tempo
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