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Vale mantém prazo para início de projeto em Guiné

27 de agosto de 2012

rnPrejuízo com invasão de dina por moradores pode chegar a US$ 100 milhõesrnA mineradora Vale espera dar início até o fim deste ano à sua joint venture na mina de ferro Zogota, na Guiné, dentro do

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Prejuízo com invasão de dina por moradores pode chegar a US$ 100 milhões

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A mineradora Vale espera dar início até o fim deste ano à sua joint venture na mina de ferro Zogota, na Guiné, dentro do prazo previsto, apesar do estrago provocado
após um ataque por moradores de vilarejo local, disse a companhia.

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Os trabalhadores do projeto de US$ 5 bilhões no país localizado no oeste africano, na região de Forestiere, permanecem fora do local desde que a mina foi
evacuada após a invasão no dia 30 de julho, disse assessoria de comunicação da empresa por e-mail à Reuters.

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O governo da Guiné disse que o estrago no projeto, uma joint venture dividida com o bilionário israelense Beny Steinmetz, da BSG Resources, pode chegar a dezenas de milhões de dólares, mas a Vale disse que ainda não tem uma estimativa precisa do valor.

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“Não temos informação disponível sobre o volume do prejuízo”, disse a assessoria. E
acrescentou que “a estimativa para dar início à mina Zogota é a segunda metade de 2012, como informado no balanço financeiro do segundo trimestre”.

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A companhia havia dito em maio que a restrição de crédito e as demandas do governo poderiam eventualmente inviabilizar o projeto da mina Zogota, que fica no gigante minério de ferro Simandou.

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O protesto, que ocorreu no início de agosto no projeto de minério de ferro Zogota deixou ao menos cinco mortos. O governo iniciou uma investigação sobre as mortes.
“Fomos a N’Zerekore e ao local da mina para ver o estrago”, disse o ministro do Exterior da Guiné, Edouard Niankoye Lamah, por telefone.

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Lamah disse que o estrago na mina foi estimado entre US$ 50 milhões e US$ 100 milhões. “Para ter uma estimativa mais precisa, nós precisaríamos de uma equipe especializada para avaliar a extensão do estrago, e isso não foi feito ainda”. Simandou é um dos maiores depósitos de minério ferro ainda não explorados
da Vale. Vale e BSGR possuem dois dos quatro blocos de Simandou, enquanto a Rio Tinto e sua parceira em joint venture Chinalco possuem os outros dois.

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Fonte: Brasil Econômico

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