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ANALISTAS E INVESTIDORES VISITARAM AS MINAS DA VALE DURANTE O INVESTOR TOUR 2015

13 de outubro de 2015

A cidade de Sudbury, no Canadá, entrou no mapa da mineração do país em 1883, quando Thomas Flanagan, um ferreiro local, descobriu uma pedra esverdeada que receberia o nome de níquel.

A cidade de Sudbury, no Canadá, entrou no mapa da mineração do país em 1883, quando Thomas Flanagan, um ferreiro local, descobriu uma pedra esverdeada que receberia o nome de níquel e viria a ser um dos minérios mais cobiçados do mundo moderno. Na semana passada, Sudbury virou ponto de encontro de viajantes vindos de locais tão distantes quanto Brasil, China, México, Estados Unidos, Inglaterra e França. Eles participaram do Investor Tour 2015, promovido pela Vale nos dias 30/9 e 1/10. Ao todo, foram 50 investidores e analistas sell side e buy side, que viajaram para conhecer as operações de metais básicos da Vale e tiveram a oportunidade de aprender mais sobre o nosso segundo principal negócio.

Separados em três grupos, eles visitaram as minas subterrâneas e puderam ver como o níquel é extraído e beneficiado. Em Totten Mine, conheceram a mina mais nova da Vale; em Creighton Mine, desceram na operação mais profunda; em Copper Cliff, estiveram na mina com maior potencial de expansão. Durante a visita, os analistas e investidores conversaram com diretores da empresa sobre o preço do níquel, a visão da empresa sobre o mercado de metais básicos, o trabalho de redução de custos realizado pela Vale no Canadá e os ativos de classe mundial que a empresa mantém no país.

“A experiência e a recepção foram maravilhosas. Eu pude entender melhor como funciona uma operação de metais básicos, desde o smelting até o refino. Além disso, todos os diretores estavam muito acessíveis para perguntas e esclarecimentos. Foi muito útil para mim”, afirma Pedro Petersen, analista da Dynamo Administradora de Recursos.

A diretora-executiva de Metais Básicos, Jennifer Maki, abriu o ciclo de apresentações, trazendo um panorama sobre o negócio no mundo. Atualmente, somos a maior produtora de níquel e temos a segunda maior reserva do metal, com um dos menores custos operacionais. Após apresentar as nossas operações de cobre e níquel globalmente, Jennifer falou sobre a perspectiva financeira e a estratégia da Vale no setor. Conor Spollen e Robert Morris, diretores de Metais Básicos no Canadá, fizeram apresentações sobre a estratégia da empresa para os investidores.

O diretor-executivo de Finanças e Relações com Investidores, Luciano Siani Pires, também aproveitou o evento para anunciar que a operação da Mina de Carajás voltou a ser a mais rentável do mundo, com um custo de produção no porto (mina, usina, ferrovia e porto, excluindo os royalties) de US$ 10,70 por tonelada. E falou sobre o projeto S11D, que irá duplicar a capacidade de produção de minério da Vale: “Posso afirmar com segurança que o custo do projeto S11D será de um dígito”, afirmou o diretor. A previsão anterior era de que o minério do S11D entregue no porto custaria US$ 10 por tonelada, o que já era considerado um custo muito baixo.

Essa proximidade com os diretores foi bem-recebida pelos analistas. “Foi possível entender tanto a parte mais segmentada dos metais básicos, com a apresentação da Jennifer, quanto a estratégia de corte de custos da empresa como um todo, com a explicação feita pelo Luciano”, destaca Pedro Petersen. E também foi muito apreciada por Jennifer Maki: “Acredito que nossos visitantes saíram com um entendimento mais profundo e um conhecimento melhor dos ativos e das pessoas que temos no negócio de metais básicos, não somente no Canadá, mas globalmente. Nós, na Vale, sabemos da força e do potencial do negócio de níquel e cobre. Um evento como este nos dá a oportunidade de apresentar a área de uma forma mais ampla e para um público que acompanha a nossa indústria de perto.”

Fonte: Vale
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