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Grupo BB e Mapfre investe na reciclagem de veículos

7 de fevereiro de 2013

rnA frota de veículos nas capitais quase dobrou nos últimos dez anos, segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Apesar do dinamismo da indústria automobilística, pouco se sabe sobre o destino dos

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A frota de veículos nas capitais quase dobrou nos últimos dez anos, segundo dados do Denatran (Departamento Nacional de Trânsito). Apesar do dinamismo da indústria automobilística, pouco se sabe sobre o destino dos carros que não têm mais condições de trafegar pelas ruas, ou foram considerados como perda total em caso de acidente. Caso não sejam tratados de forma correta e fiquem abandonados, muitos dos componentes podem se tornar prejudiciais ao meio ambiente.

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Com uma frota segurada de mais de 2 milhões de veículos, o Grupo BB e Mapfre passou a contar com um projeto focado na destinação correta das carcaças do automóveis que saem de circulação, por acidente ou por velhice. Durante os meses de janeiro a outubro de 2012, a iniciativa reciclou 427 toneladas de materiais.

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“Por meio dessa ação realizamos um ciclo de atuação consciente no mercado. Além de protegermos o bem e pagarmos a indenização ao segurado, garantimos uma destinação inteligente e sustentável para o veículo que, por conta de um acidente, saiu da frota circulante”, afirma Jabis Alexandre, diretor de automóveis do Grupo BB e Mapfre.

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O processo de reciclagem se inicia após o carro ser encaminhado para uma das oficinas parceiras da empresa e para a avaliação do perito.

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Definida a perda total por incêndio ou colisão, o veículo é encaminhado para um dos pátios da seguradora, onde profissionais identificam os componentes que “estão soltos” (borrachas, vidros etc.) e enviam para a reciclagem, por meio da Ecopalace, empresa especializada na separação e destinação de resíduos automotivos. A etapa final é a destruição total do carro, por meio da indústria siderúrgica.

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“Os resíduos reciclados são reaproveitados na produção de eletrodomésticos, mesas, postes, materiais de construção etc,”, conta Alexandre.

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Ainda segundo Jabis Alexandre, o processo gera um benefício para toda a cadeia, já que cada tonelada de aço produzida com sucata evita a extração de 1.140 quilos de minério de ferro e 154 quilos de carvão e consome apenas um terço da energia que uma tonelada gerada a partir do minério de ferro.

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Além disso, a iniciativa reduz em mais de 70% o consumo de água e a emissão de CO2 – 1,44 tonelada de CO2 por tonelada produzida.

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“Para melhorar nossa ação nesse sentido, passamos a coletar também todos os líquidos desses veículos para que não contaminem o lençol freático e sigam de uma forma 100% segura para a reciclagem”, finaliza Jabis.

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Fonte: Brasil Econômico

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