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Marinha brasileira recebe navio que auxiliará em pesquisa mineral

27 de julho de 2015

A marinha do Brasil recebeu no último dia 23 o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira”, que será utilizado para o monitoramento e caracterização física, química, bio

A marinha do Brasil recebeu no último dia 23 o Navio de Pesquisa Hidroceanográfico (NPqHo) “Vital de Oliveira”, que será utilizado para o monitoramento e caracterização física, química, biológica, geológica e ambiental de áreas oceânicas estratégicas para a exploração de recursos minerais, óleo e gás, o que ampliará a presença brasileira no Atlântico Sul e Equatorial.

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O navio, adquirido por meio de um acordo de cooperação firmado entre o Ministério da Defesa (MD), o Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), a Petrobras e a Vale, foi incorporado à Marinha do Brasil em março deste ano, em cerimônia ocorrida em Singapura, e chegou ao Brasil no dia 15 de julho. Ele foi lançado ao mar em setembro do ano passado.

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O investimento realizado para a aquisição do navio foi de R$ 162 milhões, sendo R$ 70 milhões da Petrobras, R$ 38 milhões da Vale, R$ 27 milhões do MCTI e R$ 27 milhões da MB.

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A cerimônia de entrega do navio contou com a presença do Ministro da Defesa, Jaques Wagner, do Ministro da Ciência, Tecnologia e Inovação, Aldo Rebelo, e do comandante da Marinha, Almirante-de-Esquadra Eduardo Bacellar Leal Ferreira.

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Wagner disse que apostar na tecnologia, pesquisa e inovação oceanográfica aumenta o poder e a soberania do país. “É a aplicação da tecnologia e do conhecimento do mar na defesa nacional. O navio impulsiona nosso poder de dissuasão porque trabalha com oceanografia física que mede a temperatura da superfície do mar, qualidade e suas propriedades, facilitando, por exemplo, missões com submarinos”, disse.

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Por ser equipado com tecnologias modernas, um total de 28 equipamentos científicos, o navio representa importantes avanços para o país, uma vez que os recursos disponíveis podem auxiliar o pleito do Brasil junto a Comissão de Limites da Organização das Nações Unidas (ONU) no sentido de ampliar o limite exterior da área marítima, na qual o Brasil detém os direitos de soberania para a exploração de recursos naturais.

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A embarcação também apresenta habilidade especial para realizar pesquisas de busca de nódulos metálicos no fundo do mar, além da localização de petróleo e gás em superfícies bem inferiores, como é o caso da camada pré-sal e da exploração de recursos minerais em águas profundas como a Zona Econômica Exclusiva (ZEE).

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A gestão do “Vital de Oliveira” será conduzida por um Comitê com representantes dos MD, por meio da MB, MCTI, Petrobras e Vale, e tem por finalidade coordenar as atividades e maximizar a eficiência do seu emprego em prol do desenvolvimento de pesquisas científicas no meio ambiente marinho, bem como organizar os projetos a serem conduzidos a bordo do navio.

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Todas as funções e capacidades do navio têm uso dual, ou seja, tanto servirão para assegurar a proteção das riquezas das jurisdições marítimas pertencentes ao Brasil, como poderão ser utilizadas em diversos setores, como no caso da pesca, meteorologia, exploração de recursos minerais, preservação do meio ambiente, entre outras.

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Os dados inseridos nas cartas náuticas além de auxiliarem na navegação, provocam impactos na economia do país, refletindo no custo Brasil. Os registros coletados por navios de pesquisas podem atingir, por exemplo, as empresas seguradoras que fazem transportes de mercadorias para o país, pois dependendo, o frete das mercadorias, pode aumentar ou diminuir, refletindo diretamente no preço final para o consumidor.

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O comandante do navio, capitão-de-fragata Aluízio Maciel de Oliveira Júnior, disse que a ampliação da pesquisa no mar vai resultar em mais riquezas e uma mudança total nos rumos do estudo oceanográfica brasileiro. As informações são do Ministério da Defesa.

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Clique aqui e acesse a matéria na íntegra.

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Fonte: Notícias de Mineração Brasil

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