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O carvão como riqueza inexplorada em Santa Catarina

7 de fevereiro de 2013

rnO presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, visitou hoje o presidente da Assembleia, Joares Ponticelli, quando manifestou a intenção da entidade em trabalhar para que o uso do carvão mineral catarinense como fonte en

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O presidente da Fiesc, Glauco José Côrte, visitou hoje o presidente da Assembleia, Joares Ponticelli, quando manifestou a intenção da entidade em trabalhar para que o uso do carvão mineral catarinense como fonte energética seja retomado.

De acordo com Côrte, o tema foi um dos destaques do encontro, no qual foram debatidos ainda o aprimoramento da capacitação profissional e as perspectivas de aumento da atividade industrial catarinense em 2013. “Viemos registrar nosso apreço e admiração pelo novo presidente e manifestar o propósito de trabalharmos juntos em temas que favoreçam o desenvolvimento do estado”, disse.

Para Ponticelli, a região tem muito a ganhar com a retomada da extração e do uso do produto. O tema vem sendo trabalhado em conjunto com o Parlamento do Rio Grande do Sul, estado que detém as maiores reservas do minério no país, logo à frente de Santa Catarina. “Já existem tecnologias que tornam o carvão uma alternativa extremamente viável sob o ponto de vista econômico e ambiental. A Alemanha é o maior exemplo, país que possui 40% de sua matriz energética ligada ao produto”. De acordo com ele, a presidente Dilma Rousseff também já se manifestou favorável à ideia, anunciando a realização dos primeiros estudos para a utilização da matéria-prima na produção de energia.

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Santa Catarina possui a segunda maior reserva carbonífera do país
Pioneira na produção do mineral, com a descoberta de uma jazida no município de Lauro Müller em 1827, Santa Catarina possui a segunda maior reserva do país, estimada em 32 bilhões de toneladas.

O minério está concentrado principalmente nos três estados do Sul, sobretudo no Rio Grande do Sul, que possui 89,25% do total, seguido de Santa Catarina, com 10,41% e Paraná, com 0,32%.
O carvão catarinense, do tipo betuminoso alto volátil A, entretanto, é considerado de melhor qualidade, sendo utilizado principalmente na produção de termoeletricidade e indústrias cimenteira, de papel celulose, cerâmica, de alimentos e de secagem de grãos.

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Fonte: Diário Catarinense

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