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Pará participa mais dos grandes projetos

18 de março de 2013

rnNa última década, a participação dos fornecedores paraenses nos grandes projetos minerais do Estado cresceu de 25% para 50%. De acordo com a previsão da Federação das Indústrias do Pará

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Na última década, a participação dos fornecedores paraenses nos grandes projetos minerais do Estado cresceu de 25% para 50%. De acordo com a previsão da Federação das Indústrias do Pará (Fiepa), esta representatividade deve aumentar ainda mais nos próximos anos, com a consolidação de investimentos previstos em R$ 150 bilhões no Estado. Entretanto, fatores como preço e qualidade dos serviços prestados podem fazer toda a diferença na hora das grandes empresas escolherem seus fornecedores. Para evitar que os grupos nacionais instalados no Pará lancem mão de serviços ou produtos de outras regiões, a Fiepa, o governo do Estado e o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae) lutam contra o tempo para preparar os empreendimentos de pequeno e médio porte nascidos no Pará, de tal forma que estejam aptos a atender às necessidades do mercado.

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Conforme explica o presidente da Fiepa, José Conrado dos Santos, a Federação vem realizando um árduo trabalho, há mais de uma década, para qualificar as micro e pequenas empresas paraenses. “Montamos um departamento dentro da Fiepa, chamado Rede de Fornecedores Paraenses, que tem convênio com o governo do Estado para qualificar aqueles grupos de menor porte, de modo que possam atender adequadamente às demandas dos empreendimentos maiores”, explica. Entre as fases do treinamento há um módulo específico para qualificar as diretorias. A meta é transformar as firmas em prestadoras de serviço de alto nível. “O setor mineral tem um enorme nicho, já que é o responsável por mais de 50% de todo o investimento previsto para o Estado”, avisa.

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Conrado afirma que os grandes projetos são os patrocinadores do trabalho desenvolvido pela Fiepa. “É evidente que o Sebrae tem a expertise neste assunto e um papel fundamental na preparação destes terceirizados, principalmente na organização dos consórcios e do cooperativismo nas mais diversas regiões do Estado”, explica. Além disso, caberá ao Sebrae intercambiar a relação entre as MPEs e os grandes grupos. “Na maioria dos casos, o micro empresário não tem acesso aos empreendimentos de grande porte. Ele pode conseguir isso a partir do Sebrae”, afirma. A Fiepa, bem como o governo do Estado, a partir da Secretaria de Estado de Indústria, Comércio e Mineração (Seicom) também devem estreitar esta relação.

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Fonte: O Liberal

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