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Solução pelo diálogo

19 de julho de 2012

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A sociedade brasileira exige de seus líderes a articulação de um amplo pacto pela sustentabilidade do desenvolvimento

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Em um cenário marcado por uma das mais graves crises de todos os tempos – que destrói economias nos quatro cantos do mundo, eleva o desemprego e deixa países no limite da falência –, é preocupante a constatação de que a falta de entendimento está provocando a paralisação de um expressivo número de projetos estratégicos para o Brasil. Notícias recentes informam que apenas a Vale, uma das maiores mineradoras do mundo, tem 55 grandes projetos aguardando a concessão de licença pelos órgãos ambientais. Entre eles se destacam 27 projetos de infraestrutura ferroviária, dois no setor portuário e 15 na área-fim da empresa – a mineração.

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São, todos, projetos que implicam expressivo volume de investimentos, estratégicos para a balança comercial do Brasil e geradores intensivos de empregos, o que torna incompreensível as dificuldades para a obtenção de licenças para sua implantação. Diante dos impasses que se acumulam, a solução é o diálogo que assume características de palavra-chave na construção do desenvolvimento sustentável. Esse diálogo, traduzido como conversa de mão dupla, tem como primeira missão definir o que verdadeiramente é o desenvolvimento sustentável.

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Felizmente, já está superada a visão reducionista de que desenvolvimento sustentável é uma queda de braço entre meio ambiente e a atividade econômica. Hoje, o conceito universalmente pautado pelo equilíbrio e o bom senso é o de que desenvolvimento sustentável é aquele que atende as necessidades das gerações atuais – com preservação ambiental e geração de crescimento econômico, que cria lucro para as empresas, empregos e qualidade de vida para os trabalhadores, sem comprometer o direito das gerações futuras de prover as suas próprias necessidades. Em outras palavras, é o modelo que nos permite deixar o planeta em melhores condições do que o encontramos.

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Caminhamos muito até chegar ao conceito que, efetivamente, define o desenvolvimento sustentável que, hoje, como reafirmado na recente Rio+20, se apoia em três pilares fundamentais – o ambiental, o social e o econômico –, tendo sempre como objetivo maior e final o homem. Subestimar um ou mais de um deles, quaisquer que sejam, é inviabilizar o que a sociedade mais quer, deseja e precisa. Não é, portanto, empreitada que comporte visões maniqueístas. É nesse tipo de desenvolvimento que a indústria acredita. É esse modelo de desenvolvimento que procuramos praticar com intensidade cada vez maior, com a convicção de que os resultados até agora conquistados apenas nos mostram que temos muito a avançar.

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Nossa crença é a de que, hoje, a sociedade brasileira exige de seus líderes – políticos, empresários, ambientalistas e demais organizações representativas – a articulação de um amplo pacto pela sustentabilidade do desenvolvimento. O Brasil precisa crescer de forma consistente e duradoura para gerar riqueza, empregos e, com a arrecadação de impostos decorrente, viabilizar políticas públicas transformadoras e inclusivas do ponto de vista social. Obviamente que esse crescimento não pode nem deve ocorrer a qualquer preço e de forma predatória. Deve-se dar, conforme também exige a sociedade, de forma sustentável e ética. A Vale, certamente, se inclui e se destaca entre as empresas que praticam este tipo de desenvolvimento – e os mineiros conhecem muito bem a trajetória desta empresa que nasceu em Minas há exatos 70 anos e que, ao longo de sua história, conquistou o respeito da sociedade brasileira pela sua forma de trabalhar para transformar recursos minerais em desenvolvimento, crescimento e geração de empregos. Enfim, o bom senso sempre recomenda o entendimento e o equilíbrio.

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Trabalhando dessa forma, os resultados ocorrem naturalmente. Uma boa amostra são exatamente os municípios mineiros que se dedicam à mineração, setor no qual a Vale se destaca como modelo de empresa comprometida com a sustentabilidade. São esses os municípios que mais se destacam do ponto de vista do desenvolvimento sustentável. Um exemplo sempre presente é exatamente Itabira, onde a Vale nasceu no início da década de 1940: a cidade ocupa o primeiro lugar no Índice Firjan de Desenvolvimento Municipal, o 73º entre os 5,5 mil municípios brasileiros; e o segundo lugar em geração de emprego e renda. Outro estudo, este da Fundação João Pinheiro, de Minas Gerais, mostra que, das 10 cidades com melhor qualidade de vida no estado, oito têm sua economia baseada na indústria da mineração. Devemos, sim, nos comprometer com a busca incansável do desenvolvimento sustentável. E devemos fazê-lo, sempre, com a crença de que o desafio da sustentabilidade constitui oportunidade valiosa para a mudança de um modelo de crescimento econômico que deve incluir plenamente todas as dimensões pertinentes – a ambiental, a econômica e a social.

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Fonte: Estado de Minas

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