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Rejeito de minério em blocos ganha projeção industrial em Nova Lima

27 de janeiro de 2014

Os rejeitos sedimentados da mineração estão sendo transformados em matéria-prima para pisos pavimentados e abrindo caminho para um novo negócio em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Al&eacu

Os rejeitos sedimentados da mineração estão sendo transformados em matéria-prima para pisos pavimentados e abrindo caminho para um novo negócio em Nova Lima, na Região Metropolitana de Belo Horizonte. Além do reaproveitamento industrial, o processo contribui para o desassoreamento de cursos d’água e barragens.

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A ideia é antiga, começou a ser maturada no final da década de 60 após o rompimento de uma barragem no distrito de São Sebastião das Águas Claras, conhecido como Macacos. Mas só agora está tomando forma e projeção industrial.

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 “Começamos com um equipamento emprestado, depois compramos o nosso, mas os dois tinham um desgaste prematuro que culminava em paradas técnicas. Agora, estamos concluindo a construção de uma nova máquina, que deverá ficar pronta em duas ou três semanas”, afirma Flávio Mourão, proprietário da empresa Bacia Viva, responsável pelo trabalho.

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O produto

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 As primeiras experiências foram feitas em 2002, com a produção-teste do PaviEco, como foi batizado, um pavimento ecológico intertravado resistente.

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“Primeiro, precisávamos mostrar que o material era de boa qualidade e que seria bem aceito pelo mercado. Hoje, já sabemos que os rejeitos também podem ser empregados em toda a linha da construção civil: manilhas, postes, dormentes para trens e bocas de lobo, por exemplo”, diz Mourão.

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 Os próximos passos, de acordo com o empresário, são o alinhamento de parcerias com a Prefeitura de Nova Lima e mineradoras que atuam na região, além do Centro Tecnológico de Minas Gerais (Cetec), para que a produção atinja larga escala, o que vai possibilitar a redução dos custos.

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 “Atendemos um supermercado do bairro Jardim Canadá e calçamos uma rua da cidade. No primeiro caso, tive 50% de perda de material, por causa dos equipamentos antigos. Mas esse gargalo acabou”, afirma Mourão.

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 Segundo ele, demanda é o que não falta para o negócio engrenar. A Bacia Viva já conta com uma lista de espera de clientes interessados na “família” PaviEco. “Vários produtos vão sair dessa produção”, adianta o empresário.

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Fonte: Hoje em Dia

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