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Governo retoma mapeamento de Carajás

10 de junho de 2012

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O estudo da CPRM traz uma nova proposta de abordagem para compreender a geologia da região

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Resultado da retomada do mapeamento sistemático na Província Mineral de Carajás, com foco na ampliação do detalhamento cartográfico para a escala 1:100.000. A área de estudo está localizada no extremo nordeste de Carajás, no limite com a Província Trasamazonas e a Faixa Araguaia.

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O coordenador do projeto, geólogo Felipe Tavares, explica que foram mapeados 3 mil Km² e descritos cerca de 680 afloramentos de rocha. “O resultado foi uma evolução no detalhamento cartográfico, bem como na caracterização das unidades geológicas aflorantes e na compreensão da evolução geotectônica.”

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Os mapas anteriores da CPRM foram produzidos na década de 1980, durante o Projeto Grande Carajás, e confeccionados na escala de reconhecimento regional (1:250.000). A partir de agora, começa um novo ciclo de disponibilização de mapas, na escala 1:100.000, iniciado com a folha Serra Pelada.

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“Carajás tem importância estratégica para o Brasil pela abundância de recursos minerais metálicos. Mapas detalhados são fundamentais para compreender a complexa geologia da região e subsidiar novas descobertas minerais”, avalia o geólogo.

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Carajás Oriental – A CPRM vai ampliar sua atuação na região com o Projeto Carajás Oriental. 

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O estudo começou em 2011, com previsão de conclusão em 2015. “Com a nova proposta, serão pelo menos mais três folhas, com 9 mil km² de área mapeada”, informa Tavares. O projeto lança uma base cartográfica para o segmento oriental do Domínio Carajás, com um modelamento geológico atualizado e abrangente, o que proporcionará subsídio técnico para a pesquisa, prospecção e exploração mineral.

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“É uma nova proposta de abordagem para a geologia da região. O projeto vai ser a extensão das novas descobertas para o resto da província”, explica Tavares. Os próximos mapas da região são: Rio Verde, Caldeirão e Serra dos Carajás, respectivamente ao sul, oeste e sudoeste da folha Serra Pelada.

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Fonte: Boletim Mensal CPRM

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